Explicaê 2.9 - Bitcoin, a commodity digital


http://www.infomoney.com.br/blogs/cambio/moeda-na-era-digital/post/4207043/por-que-precisamos-entender-bitcoin

“Por que precisamos entender o Bitcoin

Quando Satoshi Nakamoto publicou um paper, em outubro de 2008, descrevendo a sua criação – um sistema de dinheiro eletrônico peer-to-peer –, poucos lhe deram atenção. Nem mesmo os especialistas em criptografia acreditavam que o projeto tinha alguma chance de sucesso. A ideia de um dinheiro digital não era novidade; alguns já haviam tentado desenvolver uma moeda para a era da internet, mas nenhuma iniciativa tinha conseguido decolar. Há pouco mais de seis anos, quando a rede começou a ser construída por um punhado de programadores voluntários, ninguém poderia imaginar que hoje o Bitcoin alcançaria o status de maior projeto de computação distribuída do planeta, com força computacional que supera em mais de 200 vezes a capacidade dos 500 supercomputadores mundiais somados. Tampouco poderíamos prever que o Massachusetts Institute of Technology (MIT) formaria um departamento de pesquisa dedicado exclusivamente às criptomoedas, reconhecendo tacitamente a tecnologia inovadora do Bitcoin como um novo e legítimo campo de conhecimento científico.”

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  1. Resumo / Introdução

  2. Investimento

  3. Mineração e o Blockchain

  4. Lastro

  5. SegWit x BU

  6. Conclusão

1- Resumo / Introdução

O Bitcoin, foi inventado em 2009 por um programador identificado pelo pseudônimo Satoshi Nakamoto, que a chama de “primeira moeda digital descentralizada” e até hoje ninguém sabe a real identidade de Satoshi. A maior probabilidade é que ele seja um grupo de pessoas e não um único indivíduo.

Desde que a internet foi inventada, vários inovações foram previstas, muitas alcançadas outras não. Uma delas é a moeda digital, sendo o Bitcoin a primeira delas a ter conseguido criar um sistema com sucesso. Antes do Bitcoin nenhuma iniciativa dessa obteve êxito, principalmente pelo grande risco de haverem duplicatas, ou seja, possíveis gastos duplos e falsificações de endereço que por erro do sistema deixaria uma moeda comprar mais de uma vez um item. A segurança do Bitcoin provém do fato de este ser um sistema de código aberto, onde todos os seus usuários podem checar e validar qualquer transação feita na rede. Outro fato sobre sua segurança é que ela não está atrelada a nenhum estado ou banco, eliminando esse o risco agregado a crises na economia de tais.

Para se obter uma moeda de Bitcoin, necessita-se resolver problemas matemáticos de extrema complexidade, exigindo um poder computacional potente e muita energia elétrica. Fatos pensados ainda no protocolo de criação da moeda, pois ela não teria as propriedades que a tornam útil no mundo real se para criá-la nenhum recurso fosse gasto.

Hoje consegue-se utilizar bitcoin para comprar produtos que só poderiam antes ser comprados por moedas regulamentadas por algum Estado, como o dólar e o Real. A tendência é cada vez mais empresas aceitarem o Bitcoin, visto que pela primeira vez na história uma moeda conseguiu ser ao mesmo tempo um modo de pagamento.

Todos esses fatos inéditos não passaram despercebidos pelo Massachussets Institute of Technology (MIT), que criou um departamento de pesquisa para as criptomoedas.

Hoje existem inúmeras moedas digitais, abaixo encontram-se as crypto currency com maior valor de mercado:


Uma grande vantagem do Bitcoin são as trocas que ele possibilita por custos baixíssimos. Você pode comprar dólar com real por meio do Bitcoin sem taxa e impostos, o que diminui em muito os custos de transição. Muito vantajoso principalmente para instituições e ONG beneficente que atuam em outros continentes, como exemplo a Médicos Sem Fronteiras.

2- Investimento

O Bitcoin foi criado para ser uma commodity digital. Se ele conseguirá realmente se tornar uma, só o tempo dirá, até lá muitas coisas ocorrerão. Se ele cumprir seu papel, seu preço irá chegar a um ponto e fixar-se, assim como qualquer commodity, e as taxas de variações gigantescas que ocorrem no day trade e swing trade atualmente, irão sumir.

Se você acredita que ele irá se tornar uma commodity e quer investir nele com esse fim, pensando num longo prazo, ou se quer aproveitar as taxas de variações dele atualmente, tem que entender os modos possíveis de se investir nele:

1. Comprar em sites de troca e custodiar por conta própria. Site para efetuar a troca: www.localbitcoins.com. O risco maior desse modo é o de ser roubado, entretanto, há muito incentivo econômico para que sejam criados sistemas eficientes de segurança. Foram criados até hoje três:

1.1 (Menos segurança) Utilizar carteiras virtuais, como a www.blockchain.info. Em que seu Bitcoin fica numa carteira virtual protegido pelo sistema da empresa.

1.2. (Segurança moderada) Carteiras em hardware. Empresas como a Trezor e a Ledger nano se especializaram em criar pen drives e HD’s externos com sistemas de segurança, nos quais só entram em contato com a internet quando plugados em um computador. Ou seja, maior segurança, além de poder ser levado a todo momento com seu dono.

1.3. (Maior segurança) Carteira em papel. Isso mesmo, em papel. Para dizer a verdade o que você tem em mãos não é o arquivo Bitcoin, o que você tem acesso é a chave o endereço de seu Bitcoin. Logo, essas informações podem ser muito bem gravados em um QR code e deletadas de qualquer espaço com acesso a internet, longe de qualquer possibilidade de hackers conseguirem rouba-la.



Fonte: https://exchangewar.info/coinprice?btc_brl

2. Comprar em agências (mercados organizados trocando Bitcoin por moeda local). Muito similares a corretoras de valores, mas, com enfoque no Bitcoin. No Brasil há várias agências dos mais variados estilos. Agências no Brasil: Mercado Bitcoin, Bitcointoyou, FoxBit, Bit câmbio, e BitInka. Esta, além de organizar a transação do Real com o Bitcoin, também efetua em mais outras 8 moedas da América e Europa.


3. Minerando: Essa opção será melhor discutida no tópico seguinte.

4. Investir em empresas que lidam com Bitcoin

5. Investir em empresas de Bitcoin por fundos de Private Equity, (no Brasil ainda não há um fundo de PE que investe em empresas que lidam com Bitcoin)

3-Mineração e Blockchain

A parte mais intrigante do bitcoin e a pergunta de como pode uma moeda não ter ninguém a controlando, quem emite essas moedas, quem garante sua segurança e inviolabilidade. Isso contraria centenas de anos de práticas normais de mercado, onde sempre houve alguém responsável por esses processos. Essas perguntas são todas respondidas pelo conceito de mineração.

Mineração é o processo de validação, registro, solução da prova de trabalho e recompensa em bitcoins. E Minerador é chamado aquele que realiza essa atividade na rede. É graças a esse processo que o sistema se mantém incorruptível e inviolável desde seu início em 2009.

Um banco normal evita transações equivocadas e roubos de maneira autônoma e confidencial, e as pessoas confiam no seu sistema. O bitcoin trabalha de maneira oposta: descentralizada e aberta. Desse modo qualquer usuário pode se tornar um órgão fiscalizador de transações, através de um software que pode ser baixado e instalado. Mas por que alguém faria isso? Gastar recursos escassos, como energia e hardware, para dedicar seu computador a tarefa de validação de transações. O motivo é a recompensa em bitcoins que um usuário pode receber validando essas transações. Essa recompensa, também, é o único meio pelo qual novos bitcoins são criados na rede.

Essa não é, no entanto, uma tarefa fácil. Para que não haja uma emissão em excesso de bitcoins, é exigido de cada usuário um poder de processamento alto, chamado de prova de trabalho. O sistema exige que cada usuário que queira validar essas transações e receber suas recompensas, prove a rede que desempenhou uma atividade computacionalmente custosa, para poder receber as novas bitcoins criadas pelo sistema. O sistema matriz do Bitcoin, calcula, de acordo com o número de computadores e o potencial total desses, a complexidade dos problemas matemáticos, para assim conseguir minerar um Bitcoin com o intuito de manter a média de 10 minutos de diferença entre 1 moeda minerada e outra, na rede inteira, ou seja, no mundo a média de criação de 1 Bitcoin é a cada 10 minutos, evitando assim a criação desenfreada da moeda e o controle da “impressão” dessa.

Em resumo, quanto mais usuários tentando validar as transações em conjunto, mais complexos são os problemas criados pelo sistema, para que essa margem de 10 minutos seja mantida e a criação de bitcoins seja sempre controlada, mantendo a taxa esperada.

Após as informações serem processadas, o usuário transmite seus resultados a rede automaticamente, colocando-as em uma espécie de ‘’livro contábil’’ online, junto com sua prova de trabalho. Os outros usuários comprovam que as informações lá contidas são corretas, e então o minerador recebe sua recompensa em bitcoins. A ideia é: achar a solução matemática do problema é muito difícil, mas, depois de achada, verificar se ela está correta é fácil. Muitos especialistas fazem uma analogia da busca pela solução ao jogo Sudoku, em que é difícil achar a solução, mas, fácil de verificá-la.

Esse ‘’livro contábil’ é chamado de block-chain. Este nada mais é do que um banco de dados distribuídos, que tem a função de contabilidade pública, onde todas as transações envolvendo bitcoins (todas mesmo, 100% delas) são registradas. Esses dados são distribuídos por todos os participantes do sistema, de modo que seja descentralizado e totalmente transparente. Cada Transação devidamente validada pelos usuários é digitalmente assinada com o intuito de garantir sua autenticidade e garantir que ninguém a adultere, de forma que o próprio registro e as transações existentes dentro dele sejam consideradas de alta integridade. Cada novo usuário recebe uma cópia completa dos dados de todos os outros no momento em que entra no sistema.

Interessante falar que o Blockchain pode ser utilizado não só para contabilizar Bitcoins, esse modelo está sendo estudado pelo Governo de Honduras para registrar titularidade de terras, a consultoria Deloitte testa a utilização do Blockchain para processos de auditoria, visando a transparência do sistema e a Nasdaq está experimentando a infraestrutura da tecnologia para registro de transações e de propriedade de valores mobiliários.

Como já explicado, a cada 10 minutos um novo conjunto de transações (bloco) é validado, codificado e adicionado a cadeia de dados. Eventualmente, o blockchain conterá a história de toda a transação e propriedade criptográfica de todas as bitcoins desde o endereço criador até o último endereço atual. As informações registradas em block-chain são incorruptíveis e imutáveis.

A base para o entendimento do Bitcoin e do blockchain é o conhecimento da criptografia de chave pública, na qual duas chaves criptográficas, uma pública e uma privada, são geradas. Uma das chaves é secreta (a chave privada) e a outra é pública (a chave pública, distribuída na forma de um endereço bitcoin). Apesar de diferentes, as duas partes desse par de chaves são matematicamente ligadas.

A parte privada do par é retida apenas pelo usuário que a possui, e funciona como uma espécie de senha utilizada para se acessar os bitcoins associados ao endereço retido pela chave pública. As chaves públicas servem como identificação do remetente e destinatário para as transações (pagamentos). Eles geralmente são representados através de uma sequência aleatória de números e letras maiúsculas e minúsculas. Um endereço tem geralmente 33 caracteres de comprimento. Tecnicamente, é incorreto afirmar-se que alguém armazena ou guarda bitcoins em sua carteira, pois os bitcoins jamais deixam a cadeia de blocos. O que efetivamente é armazenado nas carteiras bitcoin são os pares de endereços e suas respectivas chaves privadas.


4- Lastro

Como qualquer inovação, o Bitcoin recebe inúmeras críticas. Uma delas é a falta de um lastro. Crítica infudada, de acordo com Fernando Ulrich, pois, nenhuma moeda tem lastro.

Para entender melhor, vamos para a usabilidade do lastro: este nada mais é do que uma espécie de restrição ás práticas inflacionistas dos bancos centrais dos governos, que emitiam um papel moeda. Com o intuito de prevenir essas práticas, lastreava-se a moeda a uma commodity escassa, na qual não há criação em excesso. Deste jeito, toda vez que o governo utilizava alguma prática inflacionista, toda variação que poderia ocorrer na moeda era amenizada pelo vínculo que tinha a essa commodity. Depois da segunda Guerra Mundial, o dólar foi utilizado como lastro, ou como reserva, e esse por sua vez utilizava o ouro. Em 1981, a conversibilidade do ouro em dólar teve fim. Logo, desde lá todos os papéis moedas que utilizam o dólar como lastro, na verdade, não tem lastro.

O fato interessante por trás de tudo isso é que o Bicoin, por suas regras instrínsecas ao seu sistema diretriz, fazem com que suas características, mesmo que virtuais, sejam próximas as características naturais do ouro. É uma moeda de produção limitada, que segue instrução pré determinada, e de acordo com cálculos, será minerada até o ano de 2040, quando por fim não conseguirá mais minerar. Pelo junção de todos esses fatos, Fernando Ulrich argumenta que o Bitcoin é por si só uma commodity digital, esperando amadurecer para um dia chegar a uma posição fixa de preço e transformar-se numa moeda global.

5- SegWit x BU

Atualmente há um debate na comunidade do Bitcoin sobre seu futuro. Por motivos de evitar transações spam*, foi embutido em sua tecnologia um limite de espaço no bloco de 1mb. E o que isso implica?? Com esse limite de espaço do bloco, somente podem ser efetuadas no mundo todo no máximo 5 a 7 transações de 1 Bitcoin inteiro. Sobre esse limite, o próprio Satoshi deixou claro que no futuro com o aumento da utilização dos Bitcoins esse limite deveria ser mudado.

Transações spam*: do inglês dusty transactions, são transações que o custo delas ultrapassam 1/3 do valor da moeda, ocorrendo assim uma inflação no preço. No começo da utilização do Bitcoin temia-se ocorrer transações spam por um possível números abusivo de transações.

O debate que ocorre é justamente sobre qual solução escolher, no páreo há duas mais visadas: SegWit e o BU.

Segregated Witness (SegWit): Existe uma implementação apelidada de Segwit no código do Bitcoin Core, um fork que corrige alguns problemas de maleabilidade de transações, aumenta um pouco a capacidade do bloco para o dobro de transações e vai facilitar a adição de novas funcionalidades na linguagem de script, dentre outras melhorias. O Segwit seria um primeiro passo para facilitar que o Bitcoin seja usado como plataforma para contratos “offchain”, como por exemplo a Lightning Network, que é capaz de fazer inúmeras transações por segundo, praticamente sem taxas e sem usar a blockchain na maioria das vezes.

O Segwit será ativado por um Softfork. Isso significa que os blocos com Segwit seriam considerados válidos pelos programas antigos e a rede só aceitaria os blocos novos depois que 95% dos blocos minerados, por duas semanas, estivessem todos marcados com a versão do Segwit. Ou seja, é uma transição bem calma e com baixos riscos.

Em paralelo, existe uma outra versão modificada do Bitcoin chamada de Bitcoin Unlimited, que permite a mineração de blocos maiores que 1MB.

Bitcoin Unlimited (BU): a solução BU, como o nome já diz, soluciona o problema tornando o tamanho do bloco ilimitado, para que não haja um número máximo de transações por segundo no mundo. Essa solução seria adotada por uma ferramenta chamada Hard Fork, e por consequência, muitos especialistas dizem que ocorreria uma divisão entre a moeda existente Bitcoin Core e a nova moeda Bitcoin Unlimited, pois o blockchain não conseguiria manter as duas num mesmo “livro de contabilidade”, e com o tempo uma delas iria “reinar” sobre a outra.

Segundo os planos da ViaBTC, caso 75% da rede minere blocos com a versão do Bitcoin Unlimited (atualmente está em 33%), a “luz amarela” vai ficar acesa por cerca de um mês. Se durante este mês a taxa de 75% for mantida, será liberado na rede o primeiro fork real: na primeira vez na história do protocolo Bitcoin, vai ser minerado um bloco de tamanho maior que 1MB!

Uma crítica ao BU é que ele daria aos grandes mineradores vantagens em relação aos pequenos. A criação de um bloco ilimitado iria dificultar aos pequenos mineradores de maneira quase que impossibilitando a mineração a estes, e com o tempo somente os grandes mineradores iriam sobreviver.

6- CONCLUSÃO

Basicamente o Bitcoin foi criado com o intuito de replicar o funcionamento do dinheiro físico no ambiente digital. Hoje, no entanto, já se tornou muito mais do que isso. O bitcoin se faz presente no mercado financeiro como um sistema de pagamentos global, sem fronteiras, que funciona em uma rede totalmente descentralizada, sem depender de nenhum governo ou banco central. Isso nunca havia acontecido na história da humanidade, sendo algo sem precedentes e revolucionário.

Transacionar com Bitcoins é extremamente rápido, bastando apenas um smartphone para que isso se torne viável a qualquer pessoa, em qualquer horário, em qualquer lugar do mundo, assim como um e-mail. As tarifas de transação são praticamente desprezíveis, não sofrendo variação dependente do valor transacionado.

Uma outra característica importante é o fato de não poder ser confiscado. No Brasil e em vários países casos de governos que confiscaram as contas da população são conhecidos, e deixam pessoas de vários países temerosos em relação a isso. É também, um sistema que provém muita privacidade entre os usuários, sendo uma transação que não depende de nenhum intermediário, e sem que se precise revelar identidades.

Existe um ditado para o uso do bitcoin que diz : ‘’Be your own bank’’. A custódia de saldos normalmente é atrelada ao uso de bancos. Com o bitcoin pode-se criar quantas contas ou endereço se achar necessário, podendo custodiar tudo por conta própria e fazer qualquer tipo de transação.

Não se pode inflacionar a quantidade de bitcoins em circulação, já que seu número máximo de mineração é definido em 21 milhões. Vale lembrar que as bitcoins são perfeitamente divisíveis, e já podem chegar a 8 casas decimais.

Por fim, o bitcoin é um estímulo a inovação financeira. Sendo um software de código fonte aberto, a inovação ao redor dele pode acontecer de forma intensa sem que algum tipo de licença ou permissão seja requerida.

Em outras palavras, o Bitcoin caminha para ser a primeira moeda global!!

Links úteis:

1 - O que é o Bitcoin: https://youtu.be/2kw0fS_k8-w

2 - Como funciona a mineração: https://youtu.be/jUb0ryzg-yM

3 – O lastro do Bitcoin: https://youtu.be/EQzZYA980nA

4– Bitcoin como uma moeda deflacionária: https://youtu.be/o0qY8gdVoU0

5 – Como investir em Bitcoin: https://youtu.be/4u0TZHU7-Es

6 – Porque o Bitcoin é tão revolucionário (pra quem ai é revolucionário!! É nois!): https://youtu.be/fKFrVbVIggs

7 – O futuro do Bitcoin: https://youtu.be/zpEyxbzsN-I

8 – Manifesto do Bitcoin pelo próprio Satoshi: https://bitcoin.org/bitcoin.pdf

9 – Discussão sobre SegWit e BU: https://cointelegraph.com/news/complete-review-on-segwit-vs-bitcoin-unlimited-arguments-and-clarity

10 – Discussão sobre SegWit e BU (2): http://www.criptomoedasfacil.com/diferencas-entre-segwit-e-bitcoin-unlimited/



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